Por: Jhenyffer Coutinho

CEO na Se Candidate, Mulher!

Por: Jhenyffer Coutinho

CEO na Se Candidate, Mulher!

23 março, 2022 • 3:39

Antes de tudo, para estarmos na mesma página, vamos constatar um fato: as mulheres em geral não se candidatam a vagas de emprego caso elas não possuam todos os pré-requisitos.

Precisamos entender que isso não é um defeito das mulheres. É a sociedade que as cobra desde muito cedo a perfeição e ensina aos homens, por outro lado, a correr mais riscos desde cedo também. Então aqui temos um nivelamento inicial de entendimento: a falta de candidatura ou a alta candidatura não é um ponto positivo ou negativo de um grupo ou do outro.

Um segundo fato importante a ser constatado é sobre crenças limitantes. De maneira resumida, elas são as interpretações e pensamentos que assumimos como verdade e que nos impedem de desenvolver as nossas competências, habilidades e emoções. Em geral, são concepções falsas ou que têm parcial verdade, mas que limitam a pessoa em se esforçar a erradicá-la de sua rotina.

Seguindo a nossa linha de raciocínio construída até aqui, precisamos tirar barreiras limitantes que possam estar impedindo a candidatura de mulheres nas suas vagas e, consequentemente, a inserção dessas mulheres no mercado de trabalho.

Para isso, reuni alguns pontos de atenção para as empresas que percebem que não estão atraindo mulheres para as oportunidades na sua empresa. Este é o momento de entender o que pode ser melhorado nos seus processos.

Existem muitos fatores, tais como:

  • A falta de mulheres na equipe;
  • Pré-requisitos desnecessários;
  • Processos demasiadamente longos e cansativos;
  • Descrição da vaga mal feita ou sem linguagem inclusiva e neutra de gênero.

E um dos que eu mais falo é sobre a comunicação da empresa: a mensagem tem que chegar em quem você atingir e, se ela não chega, pode ter algo de errado no meio do caminho.

Durante o ano de 2020, primeiro ano da Se Candidate, Mulher! (SCM), mentoramos mais de 2.000 mulheres gratuitamente para entender o que fazia elas se candidatarem a uma vaga no final de contas. 

E, paralelo a isso, conversamos com mais de 80 empresas para buscar onde estava a dificuldade na contratação de mulheres. Foi assim que surgiu toda a base metodológica por trás do nosso trabalho!


Após muita pesquisa de campo, chegamos a 3 palavrinhas mágicas que formam a nossa metodologia: Atração, Desejabilidade e Performance (ADP).

O resultado dessa história, a explicação detalhada sobre ADP, cases de sucesso e algumas dicas você encontra no nosso Guia Estratégico para Contratação de Mulheres, produzido em parceria com o GPTW. Clique aqui, acesse e comece agora a fazer a diferença para as mulheres na sua organização!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Conteúdos Relacionados

Assine a newsletter do GPTW

e fique por dentro das nossas novidades

Inscreva-se